A cidade de Gravatá localizada no agreste central Pernambucano a 209 km de Caetés, tem aproximadamente 84 mil habitantes e é conhecida pela preservação de seus prédios antigos e por seus diversos atrativos na música, na arquitetura e na gastronomia. Atrai todos os anos milhares de turistas de todo o Brasil, que aproveitam para descansar e desfrutar da paz transmitida pelo local, diversos nomes conhecidos em todo o Brasil tem casas em condomínios gravataenses a exemplo o jogador de futebol, Juninho Pernambucano e os jornalistas Fátima Bernardes e William Bonner.
Hoje a cidade completa 124 anos de emancipação política com festa durante todo o dia e teve até direito a bolo de aniversário, missa, atividades esportivas e apresentações culturais.
História
Durante o período colonial e área territorial do município foi ocupado por criadores de gado, que mantinham estreita ligação com a Vila de São José dos Bezerros, situada na direção oeste, apresentando surto de progresso desde o século XIX, o proprietário da fazenda chamada Gravatá, também conhecida por Coroatá, resolveu erguer uma capela sob a invocação de Sant`Ana, cuja construção foi concluída por seu filho, em 1822. Nas imediações do templo surgiu o povoado (hoje cidade), formado das habitações levantadas junto da capela, cujos moradores visavam obter maior assistência religiosa e maiores contatos comunitários.
O topônimo de Gravata, segundo o naturalista Carl F. Martius, é um vocábulo de origem indígena: vem da corruptela da palavra Caranhetá. Significa erva que arranha, ou espinhosa.

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